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| Foto:(Ceará em off) |
Após mais
de 10 anos aguardando a implantação efetiva do Plano de Cargos, Carreiras e
Salários (PCCS), garantido pela Lei nº 14.238/2008, médicos servidores
estaduais decretaram Estado de Greve.
Os
profissionais deliberaram a favor da iniciativa, na última quarta-feira (15),
durante Assembleia Geral Extraordinária, realizada no Sindicato dos Médicos do
Ceará.
Leia
mais: Reunião entre Sindicato e Sesa discute os próximos passos da implantação
do PCCS dos Médicos do Estado
Sindicato
em ação: reunião com secretário da Sesa discute implantação do PCCS dos
servidores estaduais
Sindicato
convoca médicos do Hospital de Messejana para reunião sobre aplicação do PCCS
dos profissionais da Sesa
A
decretação do Estado de Greve coloca em atenção todas as unidades de saúde
estaduais. Caso seja deflagrada a greve, os maiores hospitais públicos do
Estado serão afetados, a exemplo do Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto
Studart Gomes, Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Hospital São José, Hospital Infantil
Albert Sabin (HIAS) e Hospital de Saúde Mental Professor Frota Pinto.
“A
decisão, aprovada por unanimidade, acontece após anos de tentativas de
negociação com o Governo do Estado. Os médicos não possuem outra alternativa
para garantir que o seu direito seja respeitado após mais de uma década de
diálogo com o Poder Público”, destaca Dr. Edmar Fernandes, presidente da
entidade.
Em mais
uma tentativa de solucionar o problema, o Sindicato dos Médicos requereu
Audiência Pública para a Assembleia Legislativa a fim de discutir a questão. A
Audiência já foi aprovada pela Comissão de Saúde, restando apenas o agendamento
de data para ser realizada.
Fonte:
Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Médicos do Ceará


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