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| Sergio Moro (Foto: REUTERS/Adriano Machado) |
Os quatro suspeitos
presos nesta terça-feira (23) pela Polícia Federal (PF) sob suspeita
de invadir o telefone celular do ministro da Justiça e Segurança Pública,
Sergio Moro, serão transferidos para Brasília, onde vão prestar depoimento.
Mais cedo, suspeitos foram detidos em caráter temporário nas
cidades de Araraquara, São Paulo e Ribeirão Preto. De acordo com as
investigações, eles fariam parte uma organização criminosa que pratica crimes
cibernéticos. Também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão.
Os onze mandados foram
emitidos pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara Federal de
Brasília. Os detalhes da investigação serão mantidos em segredo de Justiça até
amanhã, às 12h.
A operação foi batizada de Spoofing, expressão relativa a um
tipo de falsificação tecnológica, que procura enganar uma rede ou uma pessoa
fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na
realidade, não é.
Em ofício encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o
diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, informou que o jornalista Gleen
Greenwald não é investigado no caso. Gleen é um dos editores do site The
Intercept Brasil, que divulgou mensagens atribuídas ao ministro Moro e que
teriam sido hackeadas. As informações fazem parte de uma ação na qual a Rede
Sustentabilidade pretende saber se o jornalista é investigado no caso.
Por:
Ag. Brasil

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