Homem estava com
arma de brinquedo e morreu com os disparos; passageiros saíram ilesos
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| Foto Reprodução Internete |
Rio - O sequestro a um
ônibus da viação Galo Branco chegou ao fim por volta das 9h
desta terça-feira. O homem foi atingido por atiradores de elite da PM
em um momento em que deixou o veículo da linha 2520 (Alcântara x Estácio).
Foram ouvidos pelo menos cinco disparos.
O sequestrador mantinha 37 pessoas reféns com um
arma de brinquedo, uma faca, uma arma de choque, além de gasolina desde por
volta das 5h30. Nenhuma vítima ficou ferida.
Imagens da Record TV mostram o momento em que o sequestrador
foi atingido pelos disparos, do lado de fora do ônibus. Ele estava com uma
balaclava e com mão em um dos bolsos, jogou um casaco em direção aos policiais,
quando foi baleado e caiu ao chão. De acordo com o porta-voz da PM, o
coronel Mauro Fliess, ele morreu.
NEGOCIAÇÕES
O sequestro começou por volta das 5h30 no
sentido Rio da Ponte, na altura da o Vão Central da via expressa. Dos 37
reféns, seis foram liberadas ao longo das negociações, que foram feitas por
agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope)
Em um dos momentos do sequestro, o homem deixou o
veículo e jogou uma espécie de coquetel molotov em direção aos agentes, mas não
acertou ninguém.
A ação do bandido fez com que os dois sentidos
da Ponte ficassem interditados, provocando longos
engarrafamentos tanto em direção ao Rio, quando para Niterói.
'PROTEÇÃO DOS REFÉNS'
Durante o sequestro, o governador Wilson Witzel
(PSC) se manifestou no Twitter sobre o caso.
"Estou acompanhando desde cedo, com atenção, o
sequestro do ônibus na ponte Rio Niterói. Estou em contato direto com o comando
da Polícia Militar, que trabalha para encerrar o caso da melhor maneira
possível. A prioridade absoluta é a proteção dos reféns", Witzel publicou.
Por: O Dia

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