Última
partida do camisa 10 foi no amistoso contra Qatar, dia 5 de junho, antes da
Copa América, Tite garantiu atacante entre os titulares
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| Foto Reprodução |
Em amistoso marcado principalmente pelo retorno de
Neymar, que defendeu o Brasil pela última vez há três meses e depois disso não
disputou mais nenhuma partida nem sequer pelo Paris Saint-Germain, a seleção
brasileira enfrenta a Colômbia nesta sexta-feira, às 21h30 (de Brasília), no
Hard Rock Stadium, em Miami, nos Estados Unidos.
Esse jogo será o primeiro do time comandado por
Tite após a conquista do título da Copa América, na qual a equipe superou a
ausência de seu principal astro e mostrou força coletiva para ficar com a taça
da competição realizada em solo nacional.
Em meio a uma fase ruim pelo PSG e na mesma semana
em que se tornou protagonista de um escândalo fora dos campos ao enfrentar uma
acusação de estupro e agressão por parte da modelo Najila Trindade, Neymar
sofreu uma lesão no tornozelo direito no primeiro tempo do amistoso que a
seleção fez contra o Catar, no dia 5 de junho, em Brasília. Ele teve então uma
ruptura ligamentar no tornozelo e o problema acabou provocando a sua desconvocação
do grupo que estava na reta final de preparação para a Copa América.
Após se recuperar da lesão, o atacante já vem
treinando há um bom tempo no PSG, mas o clube francês e o técnico Thomas Tuchel
optaram por não utilizar o atleta em nenhuma das partidas realizadas pela
equipe parisiense neste início da temporada 2019/2020 na Europa pelo fato de
que ele ainda estava resolvendo o seu futuro. O atleta almejava voltar ao
Barcelona, mas os dirigentes espanhóis fracassaram em suas tentativas de
contratá-lo e o astro acabou tendo confirmada a sua continuidade na equipe
parisiense na última segunda-feira, quando foi fechada a janela de
transferências do futebol europeu.
Indispensável
Nesta quinta-feira, ao projetar a participação de
Neymar neste amistoso diante da Colômbia, Tite reconheceu que o Brasil provou,
principalmente na Copa América, que hoje a seleção é menos dependente do
futebol do atacante, mas mesmo assim o treinador fez questão de qualificá-lo
como "indispensável" para a equipe nacional.
"Sabe o aproveitamento com e sem Neymar? É
praticamente a mesma coisa. A equipe se fortaleceu em relação a isso. Ao mesmo
tempo, o Neymar é indispensável, e 50% dos gols com o Neymar em campo são dele
ou com assistência dele", ressaltou Tite, em Miami, onde também assegurou
que o jogador está pronto para atuar e "em condições de fazer aquilo que a
seleção precisa".
O treinador ainda fez questão de exaltar que vê o
atacante ainda no mesmo patamar dos principais jogadores do mundo na
atualidade. "O Neymar é Top 3 para mim. De qualidade técnica individual,
eu coloco Messi acima, Cristiano Ronaldo, porque são outras gerações. Aí eu
pego outra geração: ele e Hazard são dois jogadores, para mim, extraordinários.
Com uma vantagem para o Neymar: ele pensa igual ao Hazard, mas executa mais
rápido. Ele em condições é imparável. É imparável", repetiu Tite.
Por R7

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